ZAIA, DO PPS, FAZ BALANÇO POSITIVO NA GESTÃO DE SANAMENTO DO SAMAE

Um balanço mais do que positivo. É assim que considera o próprio trabalho como ex-diretor de obras do Samae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Mogi Guaçu, Mário Antonio, Zaia, presidente do PPS guaçuano.

“Acho que a melhor tese é a do trabalho honesto sem denúncia, do trabalho de melhoria constante no fornecimento de água,  dos serviços de esgoto cada vez melhores; da capacidade de conhecimento que nós, eu e equipe, tivemos neste 3 anos de Samae”, cita Zaia, desincompatibilizado para concorrer nas próximas eleições municipais.

Zaia enumera que os serviços vieram a partir de uma gestão racional e de investimentos corretos que melhoraram consideravelmente a oferta de água em bairros que tinham problemas no abastecimento, como os da zona Sul, além daqueles nas coletas e do tratamento de esgoto, que estavam parados desde a administração passada, que saíram do papel só agora.

“Ampliamos os serviços em várias frentes, buscamos recursos para a adutora Ypê, ampliamos o tratamento do esgoto na Avenida Brasil e demos destaque ao abastecimento como um todo. Creio que deixamos um histórico de qualidade”, menciona.

Dentre estes serviços de primeiro mundo, Mário Zaia destaca o sistema desde a PCH (Pequena Central  Hidrelétrica), na Cachoeira de Cima, para a captação no Limoeiro, propiciando ao Guaçu o abastecimento de água decente, mesmo em crises hídricas por conta de estiagens, por mais de 30 anos ininterruptos à frente.

“A nossa gestão à frente do Samae, na administração do prefeito Walter Caveanha (PTB), sustamos o cenário de crise hídrica e mantivemos investimentos eloquentes que garantem água para as famílias por décadas”, explica.

ESGOTO

Outro investimento importante foi a ativação do sistema que garante tratamento do esgoto da zona sul.

Zaia explica que o Samae colocou em operação o coletor de esgoto da margem esquerda do Rio Mogi Guaçu.

“Iniciada na terceira gestão do prefeito Walter Caveanha (1997-2000), a obra foi concluída este ano, com a interligação das redes coletoras de esgoto dos bairros da zona Sul” , observou o presidente do PPS.

Conforme Zaia, o sistema é interligado à ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) da Avenida Brasil e permitirá tratar todo o esgoto da região, que contribui com 25% da carga de efluentes que chega ao Rio Mogi Guaçu.

Para completar a obra, da conclusão do emissário às interligações de redes e a construção da estação elevatória do Jardim Itamaracá, o Samae investiu R$ 2,6 milhões.

Esse montante corresponde à soma de R$ 2 milhões financiados pela Caixa Econômica Federal através do programa Saneamento para Todos, do governo Federal e R$ 600 mil em recursos próprios da autarquia.

Construído com tubos de ferro, o coletor da margem esquerda tem uma extensão de 2,3 quilômetros, desde onde começa no Jardim Iguatemi, próximo da Ponte da Gutierrez, até a ponte da Avenida Brasil.
“Com a ativação do sistema coletor da margem esquerda, Mogi Guaçu avança significativamente para alcançar, ainda este ano, o índice de 100% de esgoto tratado, além de 100% de redes coletoras”, afirma.

A meta será atingida com a conclusão da ETE dos Ypês, complexo que deverá funcionar com dois módulos de lodo ativado. “O segundo módulo já tem projeto aprovado pelo Governo Federal e só depende da liberação de R$ 1,6 milhão a fundo perdido pelo Ministério das Cidades”, destaca Zaia.

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