WALTER ESTÁ PERTO DE FAZER HISTÓRIA COM H MAIÚSCULO

A campanha eleitoral de 2016 chega à sua reta final e como a uma partida de futebol só terminará quando o juiz apitar, isto é, em 2 de outubro, quando o resultado for divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Candidato à reeleição de prefeito,Walter Caveanha (PTB – na foto com o seu líder na Câmara, o vereador Ivens Chiarelli; Daniel Rossi e Hélio Miachon Bueno), no entanto, está perto de fazer história.

Se eleito, vai assumir o quinto mandato como chefe do Executivo. Serão mais de 20 anos na recente história política de Mogi Guaçu, que, ao lado do agora aliado Hélio Miachon Bueno, dão a dupla pelo menos 32 anos de trajetória como mandantes do posto maior da Prefeitura. Não é pouco.

Por incrível que pareça, Walter é um sobrevivente. Saiu perdedor de uma eleição, na verdade reeleição, em 2000, e parecia que tinha chegado ao fim a sua linha política.

Nomeado para cargos altos no governo do Estado, Walter estava resumido a um cacique esquecido no passado, quando, estando no lugar certo e na hora certa, em 2012, foi convidado a liderar um grupo para reassumir o controle do governo municipal novamente. E venceu!

Desde então, sua figura fleumática foi se moldando a novos tempos. Partiu com Ivens para as ruas, foi conversar com a população e andar nos bairros. Ao lado de Hélio, se aproximou dos servidores e amealhou antigos adversários políticos para costurar uma ampla aliança de 13 partidos (algo nunca visto por aqui) para lutar por mais um mandato.

E tem tudo para chegar lá, a não ser que forças do Imponderável Almeida entrem em campo,

Mas Walter não é somente Walter por si só. Há um grupo de apoiadores desde sempre, uma trinca de ferro com Elias Fernandes de Carvalho, Luís Ávila e Roberto Simoni que compõem o ‘núcleo duro’ do governo que sabe agir e fazer política e articular para que Caveanha fique liberto para poder ser prefeito.

Na Câmara, conta com a força do líder Ivens Chiarelli, que sabe muito bem articular no gramado Legislativo, além da juventude do filho, Thomaz Caveanha, que herdou do pai e da mãe a forma lhana de se portar junto às pessoas.

Outros pesos pesados como Salvador Francelli, Dr. Mario Zaia, Carlinhos da Imobiliária, Zanco da Farmácia, um secretariado que sabe fazer as coisas andarem, e principalmente o imenso quilate eleitoral do ex-prefeito Hélio Miachon, dão a dimensão do quanto é forte e parrudo o projeto político e o grupo que dão sustentação a Caveanha.

Na atual momento político, Walter trouxe para perto de si o grupo de Daniel Rossi, candidato a vice, e vários outros ex adversários que estão a campo para lhe pedir votos.

Além destes, os deputados estaduais Barros Munhoz (PSDB), Campos Machado (PTB) e Davi Zaia (PPS), além dos federais Silvio Torres (PSDB) e Marquezelli (PTB), bem como a proximidade com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), podem abrir portas para que os próximos 32 anos tenham a marca indelével do amarelo e vermelho com novos rostos e nomes a partir de 2020.

É questão para se acompanhar.

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