WALTER DIZ QUE PREFA TINHA DÉFICIT DE 40 MILHÕES E QUE TAVA NO BURACO

Na entrevista que concedeu ao programa Direto, da SEC TV, o prefeito declarou que pegou a Prefa com um déficit orçamentário de R$ 47 milhões, mas que, no exercício de 2013-2014, o superávit já era de R4 7 milhões.

A entrevista será reprisada neste domingo, 26, às 14h, originalmente ao vivo na última segunda-feira.

Caveanha abordou assuntos como dívida herdada de Dr. Paulinho que, segundo Walter, somava mais do que R$ 130 milhões, e que isto teria travado sua administração até recentemente, em especial por não poder dar reajustes maiores para os servidores.

“O que concedemos foi o que pudemos dar, mas os servidores podem ter a certeza que estamos trabalhando para que possam ser ainda mais valorizados”, observou.

Citou a Faculdade Municipal Franco Montoro, que estava pra fechar – quando assumiu – com apenas 430 alunos e inadimplência de 90% das mensalidades (herdados, segundo o prefeito, da gestão passada); para mais de 650 no momento, e conquistas de cursos novos, como o de engenharia ambiental, que está em vias de ser reativado.

Abordou a parceria com o ex-adversário, Hélio Miachon Bueno, como fundamental para a estabilidade da atual administração. Considerou Hélio muito importante para o diálogo com os servidores e recuperar o Guaçu.

“A nossa cidade, quando eu assumi, estava literalmente no buraco. Estamos recuperando as finanças, trazendo empresas grandes, inaugurando casas populares e outras obras, e dando tranquilidade para a nossa população, com uma gestão séria e responsável”.

OUTRO LADO

O ex-prefeito Dr. Paulinho respondeu que não assistiu ao programa, mas que, segundo ele, a prefeitura, quando assumiu (em 2009), estava em pior situação financeira do que quando a deixou. “As divididas deixadas por Walter e Hélio ultrapassavam a R$ 170 milhões, e mais de 90% das obras que ele está inaugurando, agora, fui eu quem conquistou”.

Comentou que, em 2009, os servidores estavam desmotivados, ”com reajustes pífios, sem benefícios e uma cesta básica que era uma vergonha”. “Os salários, se estão defasados, se devem em boa parte às administrações Hélio e Caveanha, que, aliás, este nunca conversou com a categoria, como faz de novo no quarto mandato”.

Sobre a faculdade, Paulinho disse que a instituição só não foi à bancarrota porque sua administração evitou o pior. “Muita gente, em nível maior, no estado, tentou minar nossos esforços”.

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