VOCÊ JULGA AS PESSOAS PELA APARÊNCIA?

Diz o ditado popular que quem julga pelas aparências mede a si mesmo. Nada é mais correto. Ao criticar os outros, segundo nossos padrões de comportamento, cultural e de gosto, estamos emitindo uma opinião que fala de nós próprios. Sim, o que geralmente vemos de ‘ruim’ nas outras pessoas, na verdade, é o que temos de pior dentro de nós, dando razão à famosa ‘teoria do espelho’.

A estudante Isabela Bizarri Vergínio, 15 anos, deixou de ter amizades com pessoas assim, por considerá-las pessoas sem coração e muito maldosas.

Segundo a adolescente, cada pessoa tem o seu caráter de vida, e não são as aparências e os comentários indecorosos que irão definir quem não conhecemos por inteiro. “Temos que olhar com mais amor para todos”, opina.

O antenado Kelvin Richard Feliciano, de 18 anos, também critica quem faz do julgamento pelas aparências um hábito de vida. Kelvin lembrou de uma palavra que andava meio esquecida ultimamente, bullying, para definir os ataques gratuitos a terceiros. “É um comportamento triste que revela o quanto pode chegar uma pessoa para destruir outra por puro prazer”, adverte.

A bela Letícia Siqueira Santiago, 13 anos, classifica de péssimo comportamento quem emite comentários jocosos sobre o corpo, o jeito, as roupas e o modo de ser alheio.

Ela própria deixou para trás quem tinha esta mania, e declarou que ficou liberta por não mais compartilhar a amizade de gente sem noção deste jeito.  

“Me afastei porque eu não sou deste tipo de pessoa. Falar sem conhecer traz uma energia negativa que se alastra por tudo. Não queria isso pra mim”, mencionou.

A colegas de trabalho Aline Marcelino e Vanessa Roberta Alves Moreira da Silva rechaçaram com veemência quem se ocupa de fofocar sobre a vida alheia. Para elas, é um sentimento venenoso que contamina quem está por perto.  “Além de revelar o caráter negativo de quem tece os comentários”, destacaram.

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