VIAÇÃO CRISTÁLIA PODE DEIXAR DE EXISTIR

A Viação Cristália poderá deixar de existir de fato a partir de 2017. Possíveis reformulações na empresa capitaneada pela família Mazon preveem uma modificação no CNPJ da transportadora de passageiros, que passaria a operar com a sugestiva denominação de Nova Santa Cruz, com novo lay out, em cor vermelha e detalhes dourados ou prateados, e a supressão do nome Cristália.

Desta forma, sumiria definitivamente do mapa uma empresa que finca posição desde os anos 50 nas estradas da Baixa Mogiana em direção a Campinas e São Paulo, o filé mignon do transporte em SP, concorrendo ‘pau a pau’ com a Viação Cometa.

Isto porque a Santa Cruz detém a marca Cristália desde meados dos anos 80, mas estaria estudando manter apenas duas empresas em operação sob o manto do novo CNPJ: a própria Santa Cruz, com sede administrativa em Mogi Guaçu, e o Expresso Brasileiro, tradicional no transporte de pessoas entre São Paulo e Rio de Janeiro, adquirida em 2011.

A intenção do maior acionista da Santa Cruz, Francisco Mazon, hoje morando em Valinhos, iria muito além de uma pintura diferenciada nos ônibus.

Ele estaria intentando dar um salto positivo aos serviços prestados pela empresa, com a renovação paulatina da frota para até 238 carros de alta qualidade, conforto, precisão nos horários e bom atendimento ao cliente.   

A centralização das operações em apenas duas empresas faria com que a Nova Santa Cruz se dedicasse exclusivamente ao eixo capital- interior paulista-Minas Gerais, visando fortalecer a identificação da empresa com o público das cidades servidas no trecho.

Já o Expresso Brasileiro manteria as operações entre São e Rio com ônibus reconhecidamente confortáveis, sendo a baliza para a mesma filosofia que Mazon estaria querendo trazer para o interiorzão.

Vale a menção de que a Viação Cristália atua no mercado desde os anos de 1950. Nos anos de 1980 foi comprada pelo Grupo da Santa Cruz, que manteve o nome da companhia até agora. Naquela época, a Cristália possuía 45 ônibus e foi a empresa que possibilitou à Santa Cruz ter mais sinergia e se tornar um grupo mais sólido.

 

NADA MUDA – por meio da supervisora comercial, Bruna Rinaldi Serain, o Grupo Santa Cruz informou que referente a alteração do nome da empresa Expresso Cristália, por ora, não há nenhuma definição sobre o assunto.
A supervisora adiantou ainda que em função de licitação no estado de São Paulo poderá haver modificações em curso, mas não saberia informar quais seriam até a realização do certame.

“Não sei a procedência destas informações, mas não está ocorrendo nenhuma mudança quanto às empresas do Grupo Santa Cruz, que continua sendo composto pelas empresas Viação Santa Cruz, Expresso Cristália, Viação Nasser e Expresso Brasileiro. Ou seja, neste momento, não temos alterações no Expresso Cristália especificamente”, assegurou.

(DA GAZETA ITAPIRENSE)

Bira Mariano

Formado em Jornalismo pela Unaerp - Universidade de Ribeirão Preto, com módulos de pós-graduação em Jornalismo On Line pela Fundação Cásper Líbero. Trabalha na área desde 1995 e possui alguns sites, dentre eles o Jornalístico e o Animal e Companhia.

3 Comentários

  • Responder janeiro 28, 2018

    Geovani

    Este tal Reinaldo está assustado com os termos citados pelo jornalista? Vai catar coquinho seu bosta! Nada demais o profissional se aproximar de seu público leitor usando termos cotidianos. Ele deve ser algum pré histórico admirador de Rui Barbosa ou coisa parecida, kkkkk.
    Se gosta de termos afrescalhados, td bem, mas não vem diminuir o trabalho dos outros. Seu merda, OTÁRIO!!!

  • Responder maio 12, 2016

    Reinaldo

    Filé mignon? Pau a pau? Sério isso num jornal? Vai uma dica: Parem de reproduzir matérias deste jornaleco… eles são péssimos no que fazem, infelizmente.

    • Responder janeiro 29, 2018

      FELIPE FIGUEIREDO

      Reinaldo.
      Vai a merda, se possível nem comente mais, pessoas como você vive em um mundo Nutella cheio de frescura.

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