VEREADOR ZANCO DEFENDE CINCO METAS PARA 2016

O líder comunitário e parlamentar da Vila Paraíso e Zona Sul, vereador Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia (Solidariedade – SD), apontou cinco metas que nortearão o seu trabalho em 2016: segurança, educação, saúde, transporte e inclusão social.

“São temas amplos que o município  precisa focar como prioridade, sem se esquecer de assuntos ligados ao saneamento, meio ambiente, direitos e cidadania, que não podem ser esquecidos”

Conforme o vereador, a segurança é um fator que preocupa constantemente a população guaçuana, e desta forma vai trabalhar para que os serviços sejam aprimorados.

Zanco reconhece que a prefeitura vem investindo pesado na Guarda Municipal, com aquisição de equipamentos e veículos, porém sugere que a administração faça gestões junto à Secretária Estadual de Segurança para dar apoio à Polícia Militar e Civil.

“Por vezes, as viaturas destas corporações estão em número não condizente com as nossas necessidades, e não custa apoiar estas forças valorosas para uma melhor segurança pública”, comentou.

Já em relação à saúde, Luís Zanco critica a forma como é feito o agendamento dos pacientes, em especial de remarcação de consulta, sendo necessário estar presencialmente no Centro de Especialidades Médicas (CEM).

“É fundamental rever este tipo de agendamento, principalmente em situação que o paciente tem dificuldades de ir ao CEM. Outras alternativas devem ser testadas e colocadas em prática urgentemente”, sugeriu.

Sobre a Educação, Zanco cobrou um pouco mais de atenção por parte dos dirigentes em ouvir o Legislativo.

“Lembro que uma escola na região dos Ypês ficou meses a fio com um vitrô quebrado e, apesar de nossas gestões, ninguém deu ouvidos para o conserto. Acho que não fizeram por querer, mas por falta de um diálogo mais próximo com os vereadores, que estão em contato com o povo e podem contribuir bastante com o ensino municipal”, afirmou.

A respeito de transporte coletivo, Zanco confirmou que vai intensificar as cobranças para que os serviços da permissionária melhorem significativamente.

“O valor da tarifa é dispendioso para a população, e apesar disso sabemos que a empresa não pode trabalhar com prejuízo. Contudo, isso não significa que daremos um cheque em branco para que faça o que bem entende. É uma permissão e o município precisa se valer da força do contrato para o bem comum”, observou
  

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