TERMINAL DOS INGÁS VIRA CAGÓDROMO DE POMBOS

As reclamações se avolumam em relação à quantidade de excremento de pombos, o popular cocô, cada vez mais visível no terminal de busão coletivo dos Ingás, no centro.

Há quem diga que o terminal agora é dispositivo para as aves, que deitam e rolam, defecam e sujam tudo por onde passam.

A administração do terminal, de responsabilidade da Feag (Federação das Entidades Assistenciais Guaçuanas), que a terceirizou para a imobiliária Companhia dos Imóveis, informou que vai dar um basta nisso tudo.
Isso porque as pombas perderam a vergonha. Ficam circulando por entre as pessoas até mesmo na Praça de Alimentação ali existente.

Tem gente que jura de pés juntos que as aves, quando dão um rolê, fazem do lugar banheiro público também,  em determinados momentos, é claro.

“Não é querer falar mal, não, mas isto aqui tá uma verdadeira bosta. Em todos os sentidos”, alegou metalúrgico Marcos do Santos Pereira, que mora no Guaçuano. “Tem banco que não dá mais pra sentar, e esperar o ônibus”.

É verdade.

A reportagem flagrou a porcariada e publica as fotos acima. Não tem como sentar mesmo. As aves parecem querer praticar tiro ao alvo. “Quem ficar embaixo que se dane, aqui é nosso rapá”, devem pensar os pombos.

A Feag foi contatada para falar sobre e enviou a seguinte resposta abaixo, por meio da Dra Solange, da Companhia dos Imóveis:

“A Feag  desde muito,  vem orientado os comerciantes que exploram as lanchonetes para que não deixem restos de alimentos sobre as mesas, bem como mantêm funcionários durante todo efetuando a limpeza do local.

 

Apesar da intimação, alguns comerciantes não atendem as orientações e frequentadores/consumidores nestes locais alimentam as aves, apesar das consequências deste comportamento, inclusive com advertências verbais.

Ainda, adquiriu um produto eletrônico no local conhecido como Repelente Eletrônico para a instalação, que segundo o fabricante “espanta” as aves sem qualquer agressão, em virtude do som emitido, assim efetuará o teste no local.

Em virtude de proteção ambiental, a FEAG não pode efetuar nenhuma outra providência”

 

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