TECNOLOGIA E LOGÍSTICA PÕEM FIM À FALTA DE ÁGUA NA ZONA SUL

As constantes reclamações de falta de água por moradores dos bairros da Zona Sul é coisa do passado. A logística e o uso de tecnologia vêm dando conta do recado; dobrando a oferta de água em relação há três anos, por exemplo.

Segundo o diretor de obras do Samae, Mario Antonio Zaia, a média de reclamações destes serviços em específicos era de 25 por dia. “Atualmente, é de uma ou duas por semana, sendo ocasionadas por problemas pontuais”, revela.

O resultado possibilitou oferecer mais água por metro cúbico: saltando de 350 metros cúbicos para 700 metros cúbicos.

Isto aconteceu porque foram efetuadas adequações e também ajustes à demanda por meio de comandos eletrônicos e de bombas flutuantes.

Zaia explica que os comandos eletrônicos agem simultâneos às bombas.

 “Quando há necessidade de maior oferta, as bombas entram em operação para suprir a necessidade de consumo”, adianta. “E tudo realizado com o menor custo possível, com soluções que transparecem a engenharia e a competência dos técnicos da nossa autarquia”, declarou.

Desta forma, a população de bairros inteiros, ou de grande parte deles, que antes ficava na maior secura, como Sônia, Parque dos Eucaliptos, Selma, Progresso, Itacolomi, Itamaraty, Bandeirantes, Brasília, Vila Paraíso, dentre outros, agora pode respirar aliaviada. A água não está mais em falta.

A medida é mais do que paliativa, adverte Zaia. “Faz parte do planejamento estratégico de investimentos do Samae, que devem culminar com a construção de um reservatório de 3 milhões de litros e atender os bairros citados por várias décadas”, ratifica.

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