SARRAFO: DIRETOR DE ENTIDADE ACUSA JÉFERSON LUÍS DE RETROCESSO E POLITIQUISMO

Como representante de uma Entidade Civil Pública que tem como finalidade ajudar as pessoas que buscam resgatar sua cidadania na cidade de Mogi Guaçu, SP, tendo em vista acusações feitas deliberadamente contra minha administração a partir de suspeitas infundadas que partiram do vereador Jéferson Luís (PROS), incluindo-se acusações que feriram minha integridade moral através de pronunciamentos do citado edil em tribuna da casa de leis e publicadas em veículos de comunicação, venho repudiar esse comportamento baseando-me na decisão final da Comissão de Investigação realizada contra a CASA DE ACOLHIDA da COMUNIDADE CAMINHO PARA A PAZ que NÃO encontrou nenhuma irregularidade.

De fato, tal atitude do vereador demonstra um retrocesso na luta pela garantia dos direitos das pessoas em condições de moradores de rua que amparamos.

Destarte, sem querer desmerecer, porque este tem o papel muito claro;

O vereador, como é de conhecimento público, tem um caráter eminentemente de fiscalização, sendo que manter tais acusações, antes de qualquer evidencia comprovada, feriu diretamente o artigo 5º da Constituição Federal.

“Não tente justificar o injustificável”, foi o que ouvi diversas vezes do senhor Jeferson Luís quando tentava explicar sobre os procedimentos e atividades realizadas na CASA DE ACOLHIDA, que foi o seu alvo massacrado de investigação.

O vereador nem se quer demonstrou preocupação com a situação financeira de nossos profissionais colaboradores que, por inúmeras vezes sacrificaram e ainda sacrificam o convívio familiar e utilizam de meios e verbas próprias para ajudar os atendidos pela CASA DE ACOLHIDA.

Sempre que tentei demonstrar as dificuldades para solicitar ajuda, o representante do povo demonstrou um princípio de política repressiva, como se estivesse lidando com administradores corruptos ou incompetentes, não se incluindo na regra da imparcialidade e dando sinais claros de ‘politiquismo’, uma vez que outro vereador, sempre em anonimato, prontificou-se em ajudar a entidade, há longas datas eximindo-se do auto-reconhecimentos.

O que aconteceu, deflagrado pelo vereador mencionado, resultou também em prejudicar as doações recebidas pela CASA DE ACOLHIDA, uma vez que a população, com acesso aos meios de comunicação, taxou-nos de corruptos, pois a presença do vereador acompanhado por agentes policiais  da Guarda Civil Municipal na sede da instituição afrontou o Estatuto da casa que limita o horário de atendimento na entidade.

Finalmente, é importante lembrar que a COMUNIDADE CAMINHO PARA  PAZ foi uma conquista de um movimento social aplicando os operadores do direito, incluindo, então, a sociedade civil, a Comissão de Direitos Humanos e o Ministério Público, para que se tivesse em Mogi Guaçu uma unidade de referência na reintrodução de cidadãos na comunidade.

Assim, reitero a minha expressão de indignação com o senhor Jéferson Luis à frente da gestão e administração da CASA DE ACOLHIDA e que a esta entidade seja dada condições de cumprimento efetivo de cunho comunitário social.

Atenciosamente

Romildo Vicente da Silva
Atual Diretor-1º Tesoureiro

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