SAMAE OBTÉM LICENÇA PARA TODAS ETAPAS DO TRATAMENTO DE ESGOTO

Com 100% do esgoto doméstico tratado, a prefeitura de Mogi Guaçu obtém uma das principais conquistas, em termos de saneamento, almejadas pelos municípios brasileiros.

Trata-se da licença definitiva para o tratamento de esgoto in natura em todas as etapas do processo, além de poder operar outros tipos de serviços.

A licença significa que Mogi Guaçu não somente atende a legislação vigente de maneira irrestrita, como torna-se uma das primeiras empresas públicas municipais do estado a se tornar modelo para as demais congêneres do setor.

“Esta licença definitiva na prática é um atestado emitido pela Cetesb da excelência dos serviços realizados pelo Samae em termos de tratamento de esgoto, e a preocupação em melhorar o atendimento como um todo”, declarou Elias Fernandes de Carvalho, superintendente do  Samae.

Elias explica que o governo Walter Caveanha conseguiu atingir o feio com investimentos vultosos que culminam agora com a desinfecção final da ETE (Estação de Tratamento de Efluentes) da Avenida Brasil, nas proximidades do Buriti Shopping. A unidade passa a operar até a primeira quinzena de junho.

Investimentos do governo Walter zeraram a emissão de esgotos no Rio Mogi Guaçu

A desinfecção é uma etapa importante porque elimina todas os contaminantes biológicos presentes no esgoto antes de ser lançado no rio Mogi Guaçu.

“Enfim, todo o esgoto é devidamente tratado e o rio recebe os efluentes sem riscos de contaminação”, adiantou.

A importância da unidade de desinfecção é tão grande quando se mensura o volume de esgoto tratado na ETE Brasil, responsável – sozinha – por descontaminar 60% do esgoto de toda Guaçu.

“Além da unidade de desinfecção, há nesta ETE uma unidade de lodo ativado, que garante mais qualidade ao efluente tratado. É um compromisso com o meio ambiente e a qualidade de vida para da população”, afirmou.

Outros 40% do esgoto da cidade estão sendo tratados na lagoa de tratamento da Zona Norte, no Ypê Amarelo, que receberá, até o final do ano, o complemento da unidade de lodo ativado e se tornará tão efetiva quanto a ETE Brasil.

Elias enfatiza que a ETE Brasil é um grande complexo que ainda possui o suporte dos emissários novos da margem esquerda do Rio Mogi Guaçu, uma estação elevatória, e a unidade de lodo ativado e agora de desinfeção.

“São quase R$ 10  milhões investidos”, destaca Elias Fernandes de Carvalho. “Desta forma, o governo Walter conseguiu zerar a emissão de esgoto em todo o município”, complementa.

Vale lembrar também que o complexo de saneamento de esgoto da ETE Brasil tem custo de R$ 5 milhões diretamente do Samae, e outros R$ 4 milhões oriundos de financiamento.

 

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