SAMAE CONCLUI ADUTORA QUE EVITA A FALTA DE ÁGUA POR 30 ANOS EM MOGI GUAÇU

Com 2.5 quilômetros de extensão e diâmetro de um metro, a adutora vai captar água diretamente de dentro da represa da PCH (Pequena Central Hidrelétrica) da Cachoeira de Cima, no Riio Mogi Guaçu.

“É uma obra que nos dará independência e segurança no abastecimento de água em toda Mogi Guaçu”, comentou o superintendente do Samae, Elias Fernandes de Carvalho. “Em dois meses estará tudo concluído”.

A obra é considerada uma das mais importantes já realizadas pelo Samae e vai garantir o abastecimento de água mesmo em tempos mais bicudos, como da estiagem prolongada dos últimos 15 meses.

Hoje, parte da água que vai para a ETA (Estação de Tratamento de Água) é captada na região do bairro do Limoeiro.

Isto equivale a dizer que quando a vazão do rio baixa o sistema de abastecimento entra em risco.

“Captando na represa, Mogi Guaçu terá abastecimento regular, mesmo com estiagens mais severa porque não vamos depender do nível rio”, acrescenta Elias.

O custo da adutora, considerando a mão de obra contratada e a aquisição da tubulação, deve ficar, em números redondos, por volta de R$ 6 milhões.

“O dispositivo vai conduzir a água desde a represa da PCH até o ponto de captação do Samae na altura do Limoeiro. Todo esse trajeto será feito por gravidade”, disse Elias.

Do Limoeiro até a ETA, no Jardim Bela Vista, a adução será feita por bombeamento, declarou, por sua vez, o diretor de Obras do Samae, Mario Antonio Zaia.

Para Zaia, a obra é uma das mais significativas já realizadas pela Prefeitura de Mogi Guaçu, por meio do Samae, nos últimos anos.

“Tem um caráter mais do que simbólico e significa que a administração se preocupa também com as gerações futuras e não apenas em solucionar situações que emergem no momento”, afirmou.

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