RIO MOGI GUAÇU VOLTA A TOCAR TERROR DA ENCHENTE

Com o rio bufando, o medo da água invadindo ruas e casas voltou com força entre os moradores dos bairros que há décadas se defrontam com o terror de enchentes e alagamentos, como ocorreram no ano passado.

Segundo a Prefeitura, a vazão chegou a 291 metros cúbicos por segundo na manhã de quinta-feira, dia 19, mas deve ter subido consideravelmente com as chuvas intermitentes de ontem para hoje, sexta-feira.

 A medição é feita na saída das comportas da PCH (Pequena Central Hidrelétrica), na Cachoeira de Cima, em Mogi Guaçu, operada pela companhia AES Tietê.

O presidente da Comissão Municipal de Defesa Civil e secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli, a barragem continuava com 61% de ocupação, portanto, com uma boa margem de segurança.

Mas, muita gente está com as barbas de molho.

Nas redes sociais, a preocupação maior é que a vazão não é atualizada de forma rápida. O site do Samae, por exemplo, informa neste dia 20 uma vazão ainda mais descontextualizada: de 273 metros cúbicos por segundo.

No FB da Prefeitura, o cidadão Gustavo Ribeiro questionava se a vazão ainda permanecia em 291 metros cúbicos. A mesma informação solicitava Edimara Santos Macedo: “como está hoje dia 20/01?”

Contudo, Franceli demonstra que a Prefeitura está monitorando tudo de perto e salientou “estamos com equipe da Defesa Civil nas ruas, fazendo monitoramento contínuo especialmente nos pontos de maior proximidade com o nível do rio”, relatou.

Em janeiro de 2016, quando as chuvas também foram intensas, áreas da zona urbana sofreram alagamento quando a vazão chegou a 537 metros cúbicos por segundo, exigindo que a AES liberasse as comportas para diminuir a pressão sobre o reservatório, de acordo com nota da Secretaria Municipal de Comunicação.

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