PRESIDÊNCIA DA CÂMARA PASSA A SER ALVO DOS POSSÍVEIS CAMPEÕES DE VOTO

Candidatos a vereador possíveis campeões de voto, como Ivens Chiarelli (PTB), Thomaz Caveanha (PTB), Marçal do Sindicato (SD), Luciano da Saúde (PP) e até mesmo Jeferson Luís (PROS), por exemplo, além de trabalharem pesado nesta reta final de campanha, também já devem pensar no dia seguinte.

E o Day After significa presidir a Casa de Leis, a Câmara Municipal, e ajudar na construção ou consolidação da liderança do bloco de apoio da situação, caso Walter leve o quinto mandato pra casa (o que não é difícil), ou contribuir para formar um bloco de oposição.

Em vitória  de Caveanha, Ivens Chiarelli, que é seu líder e principal nome no Legislativo, desponta como nome forte para ocupar a presidência da Mesa Diretora. A favor de Ivens pendem a sua desenvoltura política e a liderança inata como parlamentar no grupo do atual prefeito.

Na situação despontaria também Thomaz Caveanha, que já exerceu a presidência da Câmara entre 2013-1014, e conta com o apoio pesado do Caveanha pai para conseguir o intento.

Luciano da Saúde, que apoia o candidato Marcos Antonio (PSD), é o nome cotado para ser a liderança do Centrão, o bloco que não é nem oposição ou situação, podendo pender para um dos lados a depender das situações.

Se Marcão vencer, Luciano teria chances mais concretas, sendo um fiel escudeiro do prefeito do PSD. Isto porque Marcos possivelmente não teria a maioria no Legislativo de arrancada, necessitando de uma coalizão para aprovar suas proposituras. É onde entraria o espírito conciliador de Luciano, avesso a atritos desnecessários.

As chances de Marçal como presidente da Câmara ficam nítidas em virtude da possibilidade do atual vice-prefeito, que migrou o apoio a Marcão, de obter uma expressiva votação, o que é bem plausível.

Bom…com Marçal presidente da Câmara, e Marcão eleito prefeito, Marçal ainda seria o seu principal ponta de lança e estrategista no meio campo político, contando com a força de Tião Lino nos bastidores para compor uma Câmara forte a favor do prefeito do PSD.

Mas, se Walter vencer, Marçal poderá encontrar pedra no sapato para chegar lá, precisando compor de forma pragmática com o prefeito para presidir a Câmara.

No entanto, Ivens e Thomaz formariam a liderança natural da situação e impediriam o sindicalista de ganhar, buscando ainda minar a liderança de Marçal na Casa.

Por fim, Jeferson Luís, disputaria a presidência como outsider, talvez preferindo ser cabeça de formiga a ser rabo de elefante.

No primeiro caso, trata-se de um nome forte nos bastidores dentro da Câmara, sendo cotejado pelos candidatos com mais apeeal para conseguir o posto maior da Mesa Diretora.

Já na segunda opção, provavelmente Jeferson seria um nome com poucas chances de conquistar o cargo.

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