PREFEITURÁVEIS: MARCÃO FOCA PROPOSTAS E RECHAÇA DENUNCISMO

Partindo para a segunda campanha como postulante ao cargo máximo do Executivo, o empresário Marcos Antonio, o Marcão (PSD), afirma que está mais experiente – atualmente – na lida política. Tal tarimba, por isso mesmo, lhe confere uma cancha em que rechaça o expediente do denuncismo para conquistar votos. Esta não será a sua praia durante o pleito que se avizinha, garante.

“Este negócio de pré-candidato ficar postando fotos e vídeos por qualquer coisa, a denunciar sem quaisquer embasamentos para achincalhar biografias não é um bom caminho e nem ético. Isto fica claro, especialmente, se o denunciante possuir cargos e não fez nada até agora. A população não é boba e está farta disso. O que o povo quer são ideias novas, isto é, propostas que garantam uma vida digna e bons serviços públicos”, comenta.

O pré-candidato fez questão de frisar que o tempo da política de baixarias – e de ataques pessoais – é coisa do passado. E adiantou que vai poupar o prefeito Walter de ofensas que depreciem a sua imagem como cidadão, além da família dele.

“Tenho dito aos meus apoiadores que se for para subir em um palanque para falar mal da pessoa do prefeito, peço por favor que me esqueçam. Prefiro perder a eleição. Agora, o que podem esperar de mim são ações, diálogos com os eleitores e apresentação de propostas.  Queremos debater alternativas e projetos com um todo e em alto nível”, evidencia.

Neste campo, o das propostas, Marcão elenca dois grandes gargalos em Mogi Guaçu: “um se refere à atração de empresas, em especial por meio de uma dinâmica mais eficaz. Não adianta trazer uma empresa aqui e outra acolá, sem uma política ajustada e coerente para o setor. Veja o exemplo de Mogi Mirim, à época do prefeito Carlos Nelson. Qual o segredo de ter trazido tantas empresas? A estratégia e o planejamento, que é o que vamos colocar em prática no Guaçu – e é o que falta hoje”, cita.

Já a segunda demanda, de acordo com o ‘prefeiturável’, é a educação.

“Não vamos jogar tudo por terra do que está feito. Isso é não respeitar o trabalho sério de quem está atuando no segmento. Contudo, é preciso avançar mais e melhor, em conjunto com os agentes de ensino, notadamente os professores e diretores. Há uma grande lacuna que não foi preenchida e evidencia a falta de ações modernizantes, mas de valores tradicionais, que acompanhem as mudanças naturais, o que não foi realizado a contento neste período”, adverte.

Sobre a questão econômica, o pré-candidato do PSD está convencido de que milagres não existem, claro, e que as receitas talvez não possibilitem cobrir todo o santo em termos de gestão pública.

“A questão da dívida é um assunto sério, mas não dá para culpar o passado por todos os problemas econômicos de uma administração. O ex–prefeito Hélio Miachon, por exemplo, confirmou dívidas de R$ 105 milhões deixadas pelo atual prefeito, em 2000, e nem por isso ficou se lamentando pelos quatro anos seguintes. Temos que olhar para a frente. Então, o raio X desta situação é o seguinte: há dívidas? Sim. O orçamento está enxuto? Também. Mas é preciso ter boa gestão e administração com pulso, empenho e vontade, com criatividade e ação para mudar o cenário que aí está. É preciso dar oportunidade para uma política atual, que priorize as pessoas, e não os políticos”, comentou.    

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