OS CAUSOS DO DR JOSÉ EMÍDIO: HISTÓRIAS PITORESCAS DO MUNDO POLICIAL

Com mais de 23 anos de profissão, o delegado José Emídio travou contato com situações cabulosas que somente quem está preparado é que pode levar adiante a carreira de policial.

Mas, em tantos anos de profissão, surgiram outros fatos bastante pitorescos. Situações que beiram ao surrealismo e que de tão escabrosas merecem o codinome de causos. Os dois causos que seguem abaixo aconteceram há muitos e muitos anos, em plantões realizados na cidade vizinha de Mogi Guaçu. Fazem parte do folclore da sua atividade profissional.

O taradão do pato – segundo Dr. José Emídio, em determinado dia chegou na Delegacia um sem noção maluco por sexo. Ele estava sendo acusado de fazer amor com um pato do vizinho.
O caso surgiu num dia de bastante trabalho e, de acordo com delegado, a ave chegou nas mãos do proprietário e junto com ambos o taradão do patinho.
“O rapaz foi pego com as calças arriadas tentando penetrar o pato, que tinha sido furtado momentos antes”, comentou. “Foi encontrado com o taradão no ponto de delito”, explicou.
Resultado: o maluco acabou preso por subtração da ave e pegou uns dias de cana também pela falta de humanidade com o qüem-qüem.

Suruba acaba na delegacia – este causo foi um dos mais tórridos que o delegado travou conhecimento. Chifronésio fez questão de denunciar a esposa e o Ricardão dela, pois os amantes foram flagrados no motel em pleno rala e rola. O adultério foi descoberto por um detetive particular.
O trio compareceu na Delegacia e durante o depoimento o ‘boizudo’ teve que ouvir da esposa que ela fazia amor com Ricardão porque o marido era um fracote e possuía uma mixaria entre as pernas.
Ainda segundo a esposa, o Ricardão fazia loucuras com ela na cama e que ele era homem de verdade, um macho.
O resultado é que o delegado teve que indiciar a mulher por crime de adultério, mas a distinta não ficou presa. É que naquela época o código penal previa esta tipificação criminal revogada em 2005.

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