NOVO CICLO INDUSTRIAL DO GUAÇU DEVE GERAR DE IMEDIATO 800 NOVOS EMPREGOS

Um dos pilares do projeto político do prefeito Walter Caveanha (PTB), o desenvolvimento, começa a sair do papel de fato nesta sexta-feira (20), com a inauguração da LiuGong Machinery, fabricante chinesa de equipamentos pesados para construção de escavadeiras e carregadeiras de rodas.

O ato contará com a presença do governador Geraldo Alckmin (PSDB) a partir das 11h, e abre alas para a reindustrialização de Mogi Guaçu, que andava meio esquecida ultimamente.

De acordo com uma fonte do meio empresarial, as dificuldades para que plantas industrias de peso se instalem nos municípios é muito grande.

“É preciso ser compensador, já que nenhum investidor irá colocar dinheiro para ter custos além dos previstos. Por isso que eu vejo com bons olhos a iniciativa do prefeito Walter de usar seus contatos para equipar os nossos distritos industriais com empresas de porte, atraindo com isto outros investidores”, comentou o entrevistado do setor de transportes.

Além da LiuGong Machinery, a italiana Icobit, do CEO Arcangelo Iervolino, ratificou pretende iniciar sua produção em Mogi Guaçu em fevereiro de 2016.

A Incobit produz impermeabilizantes líquidos e vai se instalar em terreno de 11.827 metros quadrados, doado pelo Município. O imóvel fica localizado no Parque Industrial Mogi Guaçu. A empresa prevê investir R$ 12 milhões no projeto, entre a construção de área de 6 mil metros quadrados e importação de equipamentos da Itália. O faturamento é estimado em R$ 1 milhão por mês.

Outras empresas sinalizaram que estão dispostas a manter os investimentos. Caso, por exemplo, das Rações Premiatta, uma das que mais cresce no país e, de acordo com o apurado pelo JG, deverá alocar recursos para uma planta especializada na produção de rações super Premium top de mercado, destinadas ao público com maior poder aquisitivo.

Ainda conforme a fonte entrevista pelo jornal, somente nestes três empreendimentos é possível que sejam criados pelo menos 800 novos postos de trabalho direto, além dos indiretos.

“Não é pouco para o atual panorama econômico nacional”, advertiu. “Isto fomenta o comércio, mas especialmente propicia qualidade de vida e uma cidade com um ciclo virtuoso na sua economia”, ponderou.

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