MARÇAL NÃO DESCARTA CANDIDATURA EM 2016, E GARANTE QUE LUTA PELO SINDICATO NÃO ACABOU

O vice-prefeito Marçal Georges Damião, um dos principais líderes políticos Mogi Guaçu, vive uma lua de mel com a gestão do prefeito Walter, contudo, a união de ideais não o impede de colocar projetos pessoais em andamento em 2016.

Um destes projetos, sem dúvida, é o de concorrer a cargos eletivos no pleito a ser realizado daqui a dois anos.

Segundo Marçal, a definição sobre possibilidades de concorrer nas próximas eleições existem, mas serão ratificadas no âmbito do grupo político particular, formado por partidos como o Solidariedade, PDT, PEN, dentre outros; assim como do blocão em torno de Caveanha.

“Como as definições ficam mais à frente é importante ressaltar que não faremos nada que possa infringir a união que temos com o atual prefeito, com quem mantenho afinidades e o ideal da construir uma cidade mais solidária e eficiente”, mencionou o vice-prefeito.

Com estas declarações, Marçal rechaça a existências de divididas com o chefe do Executivo e adianta que nunca foi tão valorizado na administração pública municipal como agora.

“Tenho total autonomia, liberdade e independência dentro da administração Walter, mas isto não significa que eu não possua uma sintonia fina com prefeito”, alude.

Já a respeito do comando do PMDB local, Marçal voltou a dizer que está à frente da legenda até quando o diretório estadual assim quiser, e não enxerga cisões mais profundas vindas de cima, em especial por parte do deputado Baleia Rossi, o manda-chuva do partido.

“É claro que algumas atitudes dele nos deixou chateado, mas entendo que o diálogo permanece e que o PMDB seguirá como uma legenda expressiva e forte no Guaçu”, adianta.

A pauta sindical não saiu do raio de ação de Marçal.

De acordo com ele, a eleição do Sindicato dos Metalúrgicos não está definida e que a Justiça do Trabalho ainda vai decidir, talvez em dezembro, sobre uma ação protocolada pela chapa 1, da qual encabeçou, na qual argumenta supostos direitos sonegados.

“Também venho conversando com a base da categoria e o que constato é uma total  decepção por parte dos trabalhadores, que asseguram que eram felizes e não sabiam, tamanhas as promessas não cumpridas, além da falta de tato para lidar com questões sensíveis do sindicalismo”, ponderou.

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