MAHLE: COM CUT, TRABALHADOR PERDE EM CONQUISTAS EM RELAÇÃO À FORÇA SINDICAL

Um rápido balanço da recente greve na unidade da Mahle do Guaçu permite um confronto entre as conquistas do passado com as do presente.

Segundo apurou o JG, com o acordo de 2013, ainda quando a Força Sindical estava à frente das negociações, os funcionários obtiveram R$ 4,6 mil de PLR (Participação de Lucros de Resultados), além do abono emergencial de R$ 1.188 – totalizando R$ 5.832.

A vantagem é que os trabalhadores não tiveram que pagar pelos dias parados, num total de 3 no momento, sendo 1,5 dia em dezembro e 1,5 dia em janeiro.

No confronto direto, a Força Sindical conseguiu acordo mais vantajosos para a categoria, pois a CUT, que está à frente do Sindicato no momento, pleiteou abono emergencial de R$ 1.030 e a PLR nos mesmos moldes das negociações de 2013.  

Mas vale lembrar que o movimento foi parar na mesa do TRT-15, em Campinas, que praticamente obrigou o fim da greve, mas impediu a demissão de trabalhadores por apenas 2 meses.

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