JORNAL DO GUAÇU FOI O 1º A ALERTAR RISCO DE ENCHENTE ‘QUE NÃO HAVERIA’

O Jornal do Guaçu foi o primeiro órgão de imprensa a alertar o risco de enchente no centro de Mogi Guaçu, Parque dos Ingás e bairros onde ocorrem alagamentos sérios em situações como as desta semana. O post registrou mais de 25 mil visualizações pelo facebook e 400 compartilhamentos.

Na somatória do Google Analytics, o post teve mais de 42 mil acessos únicos.  No total, as matérias referenciadas ao transbordamento chegaram aos 98.387 acessos, segundo o Google Analytics, que mede em tempo real e de forma exata o número de acessos únicos.

O alerta do JG havia sido disparado na última sexta-feira, 15, a partir da emissão de uma nota da Prefeitura informando que, contrariamente, não haveria perigo ou temor de transbordamentos, e que a vazão estava em pouco mais de 300 metros cúbicos.

Foi o que saiu publicado em dois dos principais jornais impressos do município, no sábado. Um deles ainda cravou que ‘risco de enchente não existia’

Segundo apurou a reportagem, uma reunião aconteceu entre autoridades locais e o resultado seria peremptório, ainda na sexta de dia: “não haveria enchente”

…mas houve, no sábado.

A consequência é que a Defesa Civil correu para alertar a população ribeirinha diante do iminente transbordamento que alagou e desalojou. Foi o que pôde fazer o coordenador Renato Costa, que se desdobrou em conjunto com os demais funcionários, para avisar e atender quem morava em áreas de risco.

Levava consigo a informação de que uma das comportas da PCH fora aberta pela AES Tietê – empresa que, por sinal, contribuiu para a desinformação geral ao emitir boletim de que não haveria riscos de alagamentos.

Uma coletiva de  imprensa foi realizada na manhã desta terça-feira, no gabinete do prefeito Walter, que acertou em cheio ao visitar a população atingida no sábado de tarde. Prestou solidariedade humana e dispôs os órgãos e secretárias da prefeitura a trabalharem para minorar a situação dos desalojados. A presença do prefeito foi considerada importante.

Renato Costa participou da reunião e informou que o órgão esteve monitorando todas as áreas de risco, assim que foi avisada da vazão acima de 300 metros cúbicos/segundos, e que nesse período mobilizou as equipes e as autoridades até a vazão alcançar o volume para retirar os moradores de suas casas. “Pra isso pudemos contar com caminhões, carros, funcionários públicos e assistência social, além da segurança pública e SOV”, adiantou.

FOTO: Sentinelas do Rio Mogi Guaçu

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