GREVE PARA 90% DA MAHLE E ASSEMBLÉIA NA SEGUNDA DECIDE O MOVIMENTO

Praticamente toda a planta industrial da Mahle Metal Leve do Guaçu aderiu à greve que começou na madrugada de quarta-feira.

A categoria reivindica o abono emergencial de R$ 1.300,00 em janeiro e mais um aumento real de 8%, este relativo ao dissídio da categoria agora em novembro.

A empresa topa pagar o percentual, mas sem incluir o abono emergencial, o que desagradou a categoria.

A saída, então, foi convocar uma assembleia de trabalhadores, que pavimentou a paralisação.

É o primeiro borogodó de fato enfrentado pelo Sindicato dos Metalúrgicos sob a bandeira da CUT.

Para alguns entrevistados do JG, teria faltado tato aos atuais diretores sindicais para evitar a situação.

“No passado, o sindicato obtinha acordos melhores, mais benefícios e em muitos casos percentuais mais substanciais para os trabalhadores”, afirmaram três funcionários.

Na próxima segunda-feira, uma outra assembleia analisa nova proposta da empresa e decide os rumos do movimento.

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