FECHAMENTO DO BANCO DO BRASIL. PMDB NA ASCENDÊNCIA. HÉLIO VAI OU NÃO? WALTER SURFA. SD FAZ 2

Sob a batuta do empresário Modesto Júnior, o PMDB tenta voltar aos bons tempos de antanho, quando era protagonista da administração municipal, e não coadjuvante de cinco estrelas, com cargos em diversos escalões, como agora. Para tanto, trouxe da velha guarda alguns comissionados e membros históricos, a seiva que pretende se repaginar para as próximas eleições, em 2016.

Modesto informa que outros partidos estão se alinhando com a nau peemedebista, como num grupão. Estão ‘se agregando’ legendas como o PSDC, do incansável e batalhador Natalino Tony Silva, que bateu na trave para se eleger vereador em 2012; o raquítico DEM, de Ronalde, que até dias atrás estava assim-assado com o vereador Daniel Rossi, líder do PR; além do PDT, do Assad; e ainda o PV da Márcia Proguaçu.

“A ideia é montar um grupo que tenha chapa em condições de concorrer às eleições de maneira forte. Não escondemos a vontade de transformar a política local, para fazer Mogi Guaçu voltar a crescer. Isso inclui, quem sabe, um candidato a prefeito num futuro próximo”, declarou Modesto.

No horizonte do grupo, segundo Modesto, nomes como de Edson Bombo, Salvador Franceli Neto e Hélio Miachon.

O Solidariedade também se articula forte para formar um blocão com trabalhistas, lideranças de bairro e pessoas influentes entre os servidores e na administração municipal.

A legenda trabalha no quieto e tal qual formiguinha. Espera fazer pelo menos 2 vereadores em 2016, e tem condições para isso. Marçal Georges Damião, vice-prefeito, e o líder da Zona Sul e da Vila Paraíso, Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia, estão entre os mais cotados para conquistar vagas na Câmara, em 2016, inclusive como campeão de votos.

O mesmo se pode dizer do grupo que se aglutina em torno do PPS, de Mário zaia e do Elias Fernandes de Carvalho. “O time será altamente competitivo”, assegura Zaia.

A pergunta continua na pauta do dia: Hélio Miachon Bueno vai ou não ser candidato a prefeito?

Enquanto isso, o prefeito Walter Caveanha (PTB) surfa excelente momento em sua administração…junto ao eleitorado. Todas as aferições lhe dão liderança folgada para a reeleição, inclusive à frente de Hélio. Até mesmo o deputado mais influente da região comentou, em recente encontro com correligionários, que a eleição no Guaçu será ‘briga de foice no escuro’, mas que Caveanha vencerá.

 O deputado Davi Zaia (PPS) está preocupado com os 198 municípios do Estado de SP que não possuem agências do Banco do Brasil. Contudo, sua preocupação em especial recai sobre a decisão do banco de anunciar o fechamento de 75 unidades no estado, o que resulta na dificuldade de acesso da população a programas importantes de financiamento, como o Feap, da Secretaria de Agricultura de SP e o Banco do Povo Paulista.

Por sua vez, o presidente do PPS guaçuano, Mario Zaia, se diz preocupado mais ainda com a possibilidade do fechamento de uma das unidades do Banco do Brasil em Mogi Guaçu.

“Há rumores de que a antiga unidade da Nossa Caixa possa ser fechada, o que traria prejuízos incalculáveis para a população, correntistas e trabalhadores. Estamos fazendo gestões junto ao deputado Davi Zaia, ele próprio bancário, para que isso não ocorra”, comentou, enfaticamente, Mario Zaia, também cotado a uma das vagas na Câmara Municipal.

Ainda para Zaia, se o fechamento da agencia ocorrer, “é de se lamentar que tenhamos uma administração federal andando na contramão da história, pois enquanto os bancos particulares ganham tanto dinheiro, e de maneira exorbitante, os bancos públicos, com compromissos sociais, estão fechando…provocando especialmente desemprego”, assinalou a liderança do PPS.

 

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