ELEIÇÕES 2014: A HORA E VEZ DAS MULHERES

Por anos a fio, as mulheres foram massa de manobra dos homens nas campanhas e pleitos eleitorais diversos.

Nos anos 80, por exemplo, era algo exótico uma mulher ocupar cargo eletivo e muitas das vezes secundadas pelo marido.

A pauta moralista, que ainda vinga renitente em certos momentos, impedia que uma mulher por si só pudesse chegar lá.

Mas a eleição da presidente Dilma foi um divisor de águas. ‘Solteira’ e cheia de energia, se tornou uma das mulheres mais poderosas do mundo ao lado de Merkel (Alemanha), Bachelet (Chile), Hillary Clinton (EUA), Kirchner (Argentina), dentre outras da Birmania, Africa e Europa.

Nas eleições atuais, não é mais clichê que as mulheres possam fazer diferença. De fato, com os acontecimentos que tiraram de campo o demagogo presidenciável Eduardo Campos ; o Brasil pode ter duas mulheres no segundo turno.

Isto faz diferença porque deve aprofundar as mudanças positivamente e deixar o país menos careta e mais amável para todos.

Aqui no Guaçu não faltam mulheres dignas para que o eleitor escolha com representantes.

Açucena Ferraz Bizarria, do Solidariedade, a bispa Marinês Campos, do PMDB, e Lili Barbosa, do PRB, são exemplos do quanto as mulheres podem fazer a diferença para melhor.

Açucena, por exemplo, é uma servidora que luta pela melhoria na Saúde guaçuana, e ainda incansável complementa segunda jornada como cabeleireira.
Também reúne forças éticas para se dedicar ao grande plano da vida do ser humano: a família, base de uma sociedade saudável.

Exemplos como de Açucena, que vivencia o dia a dia como milhares de guaçuanos, isto é, que trabalha e reivindica e age para o melhor, são fundamentais para que a política no Brasil e no Guaçu mude.

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