ELEIÇÃO 2014: O TOSTÃO CONTRA O MILHÃO

É fácil perceber, nas campanhas políticas, quem gasta muito e quem tem o orçamento mais enxuto. Em pleitos eleitorais, por causa do financiamento privado dos candidatos, quem torra muito tem mais interesses, e, claro, seus objetivos específicos.

“A gente aprende que eleição é antes de tudo empatia, troca de experiências e principalmente compreensão do que o povo precisa”, confirma Açucena Ferraz Bizarria, do Solidariedade, e da turma dos que gastam tostões e buscam movimentar-se na base do diálogo  

Não é só Açucena, candidata pela primeira vez a deputada estadual, que figura no rol dos que buscam se sobressair pelas idéias.  

No Guaçu, é fácil perceber quem está gastando demais e quem conta as moedas para fazer uma campanha digna.

Uma rápida passagem pelas ruas e avenidas se percebe as condições disparates entre os candidatos endinheirados e o mais modestos. Não que estes últimos sejam os melhores, mas podem estar mais no nível do povo, falar a língua dele e buscar na horizontalidade da conversa uma forma de conscientização.

“O que não queremos é burlar o pensamento das pessoas com o aparato que o dinheiro pode proporcionar, mas é difícil porque alguns eleitores ainda tendem a ver a eleição uma oportunidade para si mesmos; mas prosseguimos com um objetivo maior de cidadania”, relata Açucena

A legislação permita os gastos em excesso dentro do limite adequado, o que é perfeitamente louvável  quando a grana busca elevar o debate eleitoral para além da propaganda, que, como se diz, é a alma do negócio.

E bota negócio nisso!

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