COMEÇA A LIGAÇÃO QUE VAI ACABAR COM FALTA DE ÁGUA NO GUAÇU

Já foi iniciada a ligação da nova adutora de água bruta ao reservatório da PCH (Pequena Central Hidrelétrica) da Cachoeira de Cima, no Rio Mogi Guaçu. O estágio vai permitir que, em alguns dias, a nova captação seja ativada. O problema de falta de água em períodos críticos, como estiagens prolongadas, ficará no passado

Os serviços estão sendo executados sob a supervisão do diretor de Operações e Obras do Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgotos), Mário Zaia, e do superintendente da autarquia, Elias Fernandes de Carvalho.

Uma dos dispositivos mais complexos, que é a chaminé de regulagem, já foi instalado. “Nós enfrentamos uma dificuldade que é o fato de ter que mandar fazer algumas das peças por encomenda, por não existirem prontas no mercado, em virtude de sua especificidade”, explica Zaia.

Na operação que está sendo executada, já está incluído o registro junto à captação no interior da represa. Elias revela que o sistema de captação é composto de quatro bombas. “Pelo menos duas nós vamos trocar ainda este ano”, informa o superintendente da autarquia.

“Nós estamos muito próximos de poder ativar a adutora, mesmo que ainda não plenamente. Isso vai significar uma tranquilidade para o sistema, porque estaremos mandando mais água para o tratamento num período de alto consumo como ocorre no verão”, observa Elias Carvalho.

A obra da nova adutora, construída com tubos de ferro de 1 metro de diâmetro, em extensão de 2.5 quilômetros, que ampliará a captação em 25%, subindo para 3 mil litros de água por segundo, é executada pela empresa Soloterra Terraplenagem, contratada por concorrência pública.

A rede de tubulação liga a represa da PCH ao sistema de captação da região do bairro do Limoeiro. At esse ponto a água será conduzida por gravidade. Do Limoeiro à Estação de Tratamento, na Bela Vista, a água será aduzida por bombeamento.

O projeto da nova adutora foi orçado em R$ 6 milhões. A esse montante o Samae contribui com R$ 2.25 milhões. Outros R$ 3.55 milhões são custeados através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal, através da Caixa Econômica Federal. São recursos a fundo perdido, que a autarquia não precisará ressarcir.

 

 

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