CASA DA ACOLHIDA FOI ALVO DE POLITIQUISMO, CONCLUI RELATÓRIO

acusações caem por terra e ações do então vereador de oposição, Jéferson Luís, ficaram sem embasamento

A Casa da Acolhida foi alvo de politiquismo. Embora não esteja assim mencionado no relatório de uma investigação concluída pela Câmara, confirma que não houve irregularidades ou desvio de recursos públicos aplicados pelo Governo Municipal.

Por mês, a entidade que funciona na divisa com Mogi Mirim, receberia aproximadamente R$ 10 mil. O valor custeia ações em favor de pessoas em situação de rua, dependentes químicos ou viciados em álcool.

A leitura da conclusão das investigações foi feita pelo relator da CEI (Comissão Especial de Inquérito), o vereador Luciano da Suade (PP), durante sessão da Câmara.

Jéferson Luís (1º à esquerda), então na oposição, fez todo o estardalhaço  mas na ocasião levou ‘dedo em riste’ do líder da Zona Sul, o vereador Luís Zanco da Farmácia

Um dos senões apontados pela CEI é que surgiram algumas falhas que podem ser sanadas por um novo processo de gestão. 

Dentre as falhas mencionadas está o gasto com combustíveis, já que havia falta de identificação do veículo abastecido e das viagens. “No mínimo, os veículos deveriam ser identificados para comparar se as atividades foram compatíveis com a entidade”, leu Luciano da Suade na tribuna da Câmara.

A Promoção Social da prefeitura também vai exigir orçamentos na prestação de contas. Como há subvenção municipal, são necessários três orçamentos na tomada de preços.

Líder comunitário e parlamentar da Zona Sul, o vereador Luís Zanco da Farmácia, bateu o pé desde o início pela idoneidade dos diretores da Casa da Acolhida: “percebia-se a ação politiqueira atrás de todo aquele espetáculo”

Para o vereador Luiz Zanco da Farmácia, o relatório conclusivo ratifica sua primeira opinião sobre a Casa da Acolhida, “de que [a entidade] estava sendo alvo de denuncismo demagógico, que poria até em maus lençóis a entidade Caminho Pela Paz, que mantem a Casa”, confirmou.

Zanco foi um dos vereadores que mais se empenhou em atestar a idoneidade dos diretores da Casa da Acolhida. No dia em que a entidade sofreu seu pior ataque, bateu boca com o então vereador de oposição, Jéferson Luís (ainda no PROS), que ganhou espaço na imprensa quando alardeou a suposta situação irregular.

“Isto demonstra que quem tem pressa come cru e quente”, disse Zanco para a reportagem.

“O relatório, para mim, é conclusivo no seguinte aspecto: não podemos ser levianos ao ponto de pôr em dúvida a honra e a honestidade das pessoas e instituições, ou seja, quem acusa tem o dever de mostrar as provas”, concluiu o líder parlamentar da Zona Sul. 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *