CAPACIDADE DE ENDIVIDAMENTO DO GUAÇU SE ESGOTA E TRAVA CONVÊNIOS SUBSTANCIOSOS

Um dos grandes entraves para tomada de recursos para a execução de obras é a capacidade de endividamento do município. A de Mogi Guaçu despencou e travou o Executivo de beliscar convênios que exigem contrapartidas (a grana que a Prefeitura coloca) quando realiza benefícios para a população em conjunto com os governos de SP e federal.

A dívida deixada pela gestão Paulinho, na casa dos R$ 228 milhões (parte oriunda de administrações anteriores), além de outros problemas no recolhimento do FGTS e INSS dos servidores, também não recolhidos na antiga gestão do PV, com certeza contribuiu para a situação atual.

Sufocaram a administração e não é errado dizer que a Fazenda municipal tem que sambar o samba do criolo doido para colocar o orçamento nos eixos. “Mas culpar o passado seria é muito fácil, uma saída pela tangente”.

Segundo fonte ouvida pelo JG, o estrangulamento das contas do município, em parte herdada, engessou o governo Walter no primeiro ano, “mas as coisas devem melhorar a partir deste 2014”, garante. “Podem aguardar que novidades virão”. “Contudo, existem obstáculos legais, como licitações e um montão de normas que atam as mãos de quem quer fazer as coisas. Isto acontece em milhares de município”.

A fonte esclareceu que o prefeito não está de braços cruzados e com pés sobre a mesa; sentado em cima dos problemas da cidade.

Segundo o interlocutor, Caveanha pagou mais de R$ 30 milhões de dívidas que a Prefeitura tinha de fato de quitar como persona institucional, qualquer que fosse o prefeito. Também resolveu querelas em autarquias como o Samae, por exemplo, e tem feito suar o povo da Proguaçu para que não seja um sumidouro de dinheiro público.

“Além disso, um dia depois de Geraldo Alckmin ter vindo a Mogi Mirim para lançar o contorno viário, esteve em São Paulo em audiência com o próprio governador para tratar de assunto como a área da fazenda Campininha, para industrialização, que vai sair”.

A fonte ainda destacou que na parte de industrialização e mobilidade, com obras viárias, novidades de porte considerável não será mera especulação.

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