CANOATA PEDE POLITICAS PUBLICAS AO RIO MOGI GUAÇU

A primeira edição da Canoata – Descida do Rio, realizada no domingo pela manhã, chamou a atenção para a ausência de políticas públicas e também a completa falta do empenho cidadão para a preservação do maior manancial do município, o Rio Mogi Guaçu.

Mais de 600 pessoas participaram do evento, organizado pelos Sentinelas do Rio Mogi Guaçu, SOS Rio Mogi Guaçu, ECO 21 e Eco Mogi Guaçu, superando expectativas. Recolheram mais de 630 quilos de lixo ao longo do percurso e da mata ciliar, em terra.

Mas a Canoata teve outras atrações e apresentações artísticas, e uma nova edição está programada para o ano que vem, conforme mencionou um dos organizadores, o fiscal ambiental Cleofas Viana, ao jornal Gazeta Guaçuana. Políticos, secretários municipais, supostos candidatos a prefeito, tiranossauros politiqueiros e comissionados da administração municipal estavam presentes.

Pérolas do trivial e do mais do mesmo em favor do meio ambiente foram proferidas aqui e acolá, mistificando a necessidade de pressionar por políticas sérias que contemplem ações efetivas como saneamento básico e coleta de lixo eficientes; educação ambiental e punições aos degradadores.

O clamor é ainda por leis mais rigorosas, incentivo a quem age na sustentabilidade e estrutura para que a fiscalização seja garantida. Não houve a presença de vereadores, o que demonstra o completo descaso para com o tema.

O prefeito Walter Caveanha (PTB), contudo compareceu e destacou a necessidade de preservação das nascentes. Disse mais: que vem por aí um plano diretor das águas cujo objetivo é intensificar o foco na formação de futuras gerações – a partir de crianças – para a preservação do meio ambiente.

 

FOTO: Junior Gilton (a partir de Facebook)

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