BOLSÕES DE LIXO SE ESPALHAM E REVELAM FALTA DE CIDADANIA GUAÇUANA

Os bolsões de lixo espalhados por diversos recantos da cidade revelam não apenas uma falta de cidadania. Parece que é uma incivilidade puramente guaçuana.

Até mesmo em bairros nobres eles se fazem presentes. E a Divisão de Limpeza Pública (DLP) não consegue dar conta também por causa da falta de bom senso da população.

“Nós, da DLP, até tentamos acabar com os bolsões, mas o povo não colabora. Na maioria dos casos, acabamos de limpar e, em seguida, o lixo aparece em uma quantidade enorme. Posso assegurar que até diminuiu em alguns pontos, mas não do jeito que gostaríamos”, explica a titular o órgão, Diva Soares de Lima, que tem que fazer o que pode devido à infraestrutura insuficiente para eliminar a porquice alheia.

Diva esclarece que até mesmo os grã-finos passaram a ter mau costume de descartar a sujeirada nas ruas e áreas verdes, sendo motivo de dor de cabeça dos integrantes da DLP.

A responsável pela Divisão reconhece que a demanda é grande, porém, com os equipamentos de que dispõem não pode fazer muito mais. É como enxugar gelo.

Outro problema é ausência de fiscais, em número suficiente, que possa pegar no pulo do gato quem descarta o lixo em qualquer lugar.

Uma das situações mais críticas se encontram no Jardim Pansani. Ali a coisa tá braba.

“Atualmente, só temos uma área, que é particular, para o descarte dos entulhos. Esta área fica ao lado do shopping, que pertence ao Jó Cigarreiro. Portanto, temos que contar com a conscientização da população”, cita Diva

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