BATE-REBATE: DISCUSSÃO SOBRE GRANA DA ARQUIBANCADA DO CAMACHO É COISA DE ANÃO POLÍTICO

A discussão sobre a arquibancada do Camacho é pequenez diante dos graves problemas da cidade. Saber se chegou ou não os recursos, se eles existem de fato, por exemplo, revela a pequenez parlamentar de Mogi Guaçu. É criar uma mistificação em torno de um assunto banal – e chover no molhado em torno de um assunto de menos. É ainda mais do que isso: é coisa de anão político. Tanto de quem acusa. Tanto de quem se defende.

O caso pode até parar na comissão de ética da Câmara, com o vereador Ivens Chiarelli (PMDB) denunciando o colega Tailândia. Daí um interlocutor, que já foi vereador, liga e diz: “o Ivens acionando a comissão de ética por decoro parlamentar é pra acabar!!! Diante do histórico do peemedebista significa a inversão das coisas que levam o nome de decentes. A pá de cal no pouco que sobrou de orgulho positivo da nossa Câmara”.

A denúncia de Ivens à comissão de ética se deve ao fato do vereador Tailândia (PT) jogar papéis, documentos na realidade, no rosto do peemedebista, durante a última sessão da Câmara. Isso não pode acontecer e, de certa forma, faz sentido a reação de Chiarelli. Revela ainda mais: que Alex parece ser despreparado emocionalmente para sustentar um debate em alto nível.     

Resta dizer que o ministro dos Esportes, Georges Hilton, não é do PT, mas do PRB. Até nisso Tailândia engoliu a chumbada. Se prepare mais, rapaz!

O ex-prefeito Carlos Nelson Bueno (sem partido) falou, mas não disse. Na última semana, em conversa informal com a coluna, na entrada do Big Bom do centro, CNB desconversou que seja candidato a prefeito, seja no Guaçu ou em Mogi. O ex-prefeito se disse cansado, contudo, demonstrou energia suficiente para se filiar em outro partido. Ele não quis adiantar qual legenda pleiteia.

Enquanto isso, Edson Bombo, que se cogita candidato a algum cargo, concedeu entrevista que ninguém viu, ninguém vê, para uma emissora regional.

Calmaria voltou a reinar sobre as especulações de candidaturas especialmente a prefeito. O que sabe é que Caveanha deve ser candidato à reeleição, que Hélio pode sair, e que Marcão também está no páreo. Estes aí serão os nomes para 2016.

Carlos Nelson perdeu força, e agora corre até risco de ficar de fora das disputas em Mogi Mirim. O nome de Flávia Rossi, hoje secretária de Educação em Itapira, vem com força.

E a Márcia Proguaçu, hein gente? Alguém sabe qual será o fim da distinta em termos políticos?

A bancada evangélica da Câmara (????) pode e deve ser um pouco mais criativa. Em vez de defender a família (que família?), apenas com aquele cunho interesseiro em fazer proselitismo religioso, que tal pensar em saúde, educação, segurança, limpeza da cidade, e o supra-sumo da decência: fazer as igrejas, todas elas, inclusive as de ponta de esquina, destas que abrem nos bairros e enchem o saco com pastores gritando, pagar impostos?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *