ASSASSINO DE RAPAZ SE DIZ ARREPENDIDO E PEDE PERDÃO

De forma calma, porém, limitada pelo medo e pela indefinição de seu futuro, o jovem Rodrigo Fernando dos Reis, 19 anos, conversou com nossa reportagem na tarde de terça-feira. Ele aguardava o início dos trabalhos da Polícia Civil para a reconstituição do assassinato do operador de máquinas Wellington Diogo Nunes Izidoro. Ele é acusado de, junto com sua mulher, Luana Cristina Lopes, ter matado Wellington há cerca de 20 dias. 

“Não era para acontecer o que aconteceu. Eu não queria matar ele, queria dar um susto para ele parar de ficar atrás de minha mulher”, disse, sobre o crime. Segundo Rodrigo, após Wellington chegar à residência na rua Espanha, houve o golpe de martelo que acertou a testa da vítima. “Ele ficou sentado na cama e eu o segurei. Depois ele começou a falar coisa da Luana que me tiraram do sério, dei uma gravata dele e ele desmaiou. Não matei com várias marteladas como estão falando”, contou.

Depois de desmaiar Wellington, o casal o levou para as margens do Rio do Peixe e jogou o corpo nas águas. “A única coisa que posso falar para a família é que estou arrependido do que aconteceu. Queria pedir perdão a todos pela dor que estão passando por minha culpa”, desabafou.

Reconstituição

O delegado José Emídio comandou a reconstituição do crime na tarde de terça-feira, com o apoio dos tiras Daniel, Cassius, Fernandes e Fernanda. Peritos da Polícia Cientifica e Rodrigo Reis refizeram cada passo do crime que abalou a cidade.

Logo em seguida o acusado foi levado para a Delegacia local para aguardar a transferência para o sistema prisional, fato que teria ocorrido ontem.

Da GAZETA  ITAPIRENSE

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