ADOLESCENTES DA CLASSE MÉDIA ADOTAM DE VEZ A PROSTITUIÇÃO

A vida não está fácil para ninguém, contudo, para algumas garotas da classe média da cidade vizinha de Itapira, a tarefa de viver é um grande barato e bastante lucrativo. Lindas, bem nascidas e nutridas, as adolescentes entre 17 e 20 anos levam uma vida dupla de menininhas de escola de prostitutas que cobram entre R$ 250 a R$ 500,00.

A ousadia das belas não descarta ménage à trois e sexo entre duas, e escancara uma face encoberta pela sociedade itapirense. Elas vivem de prazer. A denúncia chegou ao jornal Gazeta Itapirense por meio de um namoradinho de uma das meninas.

E., de 18 anos, relatou que conheceu a vida dupla da ex através de um amigo. Este último teria recebido um link de uma suposta cafetina que indicava as garotas disponíveis a fazer programas especialíssimos. Dentre elas a namorada em fotos que tradicionalmente posta no Facebook.

“A rede social é uma forma de divulgar os corpos delas e daí para programas é um pulo”, contou o rapaz, que teve um arranca rabo feio com a namorada após saber dos fatos. “Ela me abriu e verdade e contou tudo, nós rompemos em seguida”, confirmou. “Mas, pelo que fiquei sabendo, continua a se prostituir”, frisou.

Indagado o porquê de botar a boca no trombone, o jovem foi direto: “pode ser que outros estejam sendo enganados como eu fui. Tem pai que acha que a filha é santa, muitos se enganam”, disparou.

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